.AVISO!
Olá, eu estou aqui para informar que a história contem em algumas partes, cenas (como é que eu vou dizer) "hot", eu tou avisar pois não responsabeliso por danos morais.

Domingo, 13 de Setembro de 2009
Capitulo9_II

 - Sem palavras, signore? - ela desafiou, e viu a expressão no rosto mudar relutantemente para um certo divertimento quando ele a olhou de cima a baixo, e também algo mais...

 - Mas certamente não sem ação, signora - ele respondeu suavemente, pegando seu próprio punhado de neve e avançando em direção a ela com um objetivo óbvio.

Ser atingida por uma bola de neve era uma coisa, mas tê-la enfiada em seu suéter como ele claramente pretendia fazer era outra, completamente diferente. E isso não iria acontecer.

Ela arfou.

- Não! - E se virou para correr, mas foi impedida imediatamente por aquelas botas pesadas. Completamente sem equilíbrio, ela tropeçou e caiu em outro monte de neve. Não se machucou, não estava nem mesmo sem fôlego, mas também não conseguia se levantar, e quando ainda estava lutando para isso, Zac a pegou.

- Solte-me. - A voz dela era um rangido esbaforido quando ele a segurou e virou de costas com uma facilidade quase insultante. - Oh, por favor, não ouse...

- Um desafio? -A voz dele era provocante e aquele punhado de neve estava se aproximando de maneira perigosa. Se aproximando da gola do suéter enquanto ela permanecia deitada indefesa, os cabelos desgrenhados sobre os olhos e a saia acima de seu ponto mais adequado.

- Você já deveria saber, bella mia.

Ela levantou as mãos, tentando empurrá-las contra o peito dele, querendo afastá-lo. Desesperada para escapar. Mas, em vez disso, acabou olhando para os olhos dele... e ficando sem ar quando viu o que havia ali. Percebeu que não conseguiria desviar o olhar.

Que, de alguma maneira, entre uma batida de coração e outra, já era tarde, muito tarde.

O punhado de neve foi deixado de lado e o mundo encolheu. E só havia o peso do corpo dele contra o dela, pressionando-a contra a maciez da neve. E a pergunta nos olhos dele exigindo uma resposta. Ela não queria mais se soltar. A umidade e o desconforto foram esquecidos quando as mãos dela deslizaram do peito aos ombros dele e o seguraram, fazendo sua exigência silenciosa, até que finalmente ele abaixou o rosto e sua boca tomou a dela com paixão.

E ela estava correspondendo ao beijo dele, os lábios movendo-se sob os dele, de início timidamente, depois calorosamente. Pela primeira vez, seus lábios abriram-se para se entregarem aos dele.

Ele agarrou-a para mais perto e seu beijo aprofundou-se ao infinito, roubando o ar e a sanidade dela. Agora só havia o desejo.

Ele passou a mão sob o suéter, buscando os seios dela, os dedos acariciando os mamilos.

Mesmo com as camadas de roupa, Vane podia sentir a ereção dele fazendo pressão contra o corpo dela e o fluxo escaldante do seu próprio desejo, que não podia mais ser ignorado ou negado.

Quando ele afastou o corpo, levantando-se, ela quase gemeu de desapontamento, mas ele se curvou e levantou-a em seus braços, partindo com ela para o chalé, as botas acima do tamanho caindo de seus pés e sendo esquecidas na neve.

Ele abriu a porta com os ombros e colocou-a no chão, depois começou a tirar a roupa. E ela também. As mãos desajeitadas pela pressa.

Nu, Zackary encostou-se na porta e ela veio correndo até ele. Ele levantou-a até seu quadril e ela afundou-se nele, o corpo pegando fogo conforme ele a preenchia completamente.

Instintivamente, ela viu que estava levantando as pernas para colocá-las em volta da cintura dele, as mãos apertando os ombros dele enquanto ele começava a se mover dentro dela. Percebeu também que estava descobrindo sua primeira reação a ele, saciando seu próprio apetite sexual. Aprendendo o ritmo dele sem pensar em negá-lo.

Consciente de nada além da boca de Zac na sua e do profundo jogo sexual da língua de ambos, a investida da carne rija dele, intumescida, nas paredes úmidas, percebia sensações que nunca pensou que existissem.

Era o paraíso. Era o inferno. Era agonia, tormento e prazer além da crença. Sua mente não conseguia mais controlar o corpo.

Ele não pode parar. Porque, se parasse, ela morreria.

E, no entanto, haveria um fim. Sabia que algo crescia dentro dela. Algo que tomava força e ritmo. E, como por telepatia, Zac começou a se mover com mais rapidez, cada impulso mais profundo em intensidade.

De repente estava lá, tomando-a, carregando-a para a beira da praia como uma grande onda, e ela enfiava as unhas nos ombros suados dele, gemendo como um animal com dor quando desabou, tremendo, afogando-se em espasmo após espasmo de puro êxtase.

Zac também perdeu o controle e gritou quando explodiu dentro dela.

Quando seu corpo encontrou um pouco de paz, Vane colocou os pés no chão e apoiou a cabeça no pescoço dele. E ele segurou-a, murmurando em sua própria língua.

 O tempo passou. Em um certo momento, percebeu que estava sendo carregada pela sala e colocada sobre o tapete. Ele deitou-se ao lado dela e a acariciou.

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publicado por Sandra.linda às 19:41
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